DESTAQUE
ATUAÇÃO MULTIDISCIPLINAR
SOBRE A C&S
CASES
80 anos da 3M Brasil: governança, sucessão e o futuro das empresas familiares
Práticas de GC para Instrumentos Legais (Acordo de Sócios) para a Agtech Garage
Planejamento Estratégico na Três Capões – Grupo Santa Maria Celulose e Papel
Diagnóstico Econômico – Apsen
PUBLICAÇÕES
O papel do Governance Officer na evolução da governança corporativa
A Substância da Independência: Coragem Moral e Cultura do Conselho
Agenda Estratégica na Governança de Empresas Familiares IBGC — Ponto de Encontro
Guia do COSO para a Supervisão do Conselho
Nas organizações contemporâneas, o papel do Governance Officer vai além do suporte operacional às reuniões do conselho
A independência no papel é apenas o ponto de partida. A governança exige conselheiros com integridade moral e autonomia de julgamento na prática
Ponto de Encontro IBGC
COSO lança diretrizes para que conselhos de administração transcendam a conformidade e impulsionem a resiliência e o valor de longo prazo
O Modelo de Três Linhas surge como a estrutura organizacional necessária para dar fluidez e eficácia ao processo decisório.
Forum IBGC Governança da família empresária em debate no Interior Paulista
O engajamento com investidores funciona como um ativo estratégico, provendo uma visão externa técnica que refina a decisão do conselho
Estudos indicam que empresas familiares apresentam vantagens que explicam sua resiliência. No entanto, o foco na tradição pode ser um passivo
A independência não é apenas um selo de conformidade; é uma alavanca técnica que aprimora a qualidade das decisões de alto impacto.
Se a transição de poder, entenda sucessão, for mal gerida, a disrupção nos negócios globais poderá ser severa
Em empresas com controle definido, a independência no conselho é a garantia técnica de que o interesse da sociedade prevalecerá sobre interesses particulares.
Na Governança Corporativa, o Governance Officer zela pelo sigilo absoluto e mantém uma postura imparcial, incluindo situações de conflito.