Diagnóstico Econômico
Financeiro

Diagnóstico Econômico
Financeiro

Um mesmo instrumento,
duas decisões muito diferentes

Diagnóstico
Econômico Financeiro
a base para se decidir

O Diagnóstico Econômico-Financeiro converte a realidade econômica de uma empresa em uma base confiável para decidir: geração de caixa, retorno sobre o capital, necessidade de capital de giro, capacidade de endividamento e o comportamento de tudo isso sob diferentes cenários.

O método é o mesmo.
O que muda é a decisão que ele precisa sustentar:

  • Atravessar uma crise ou
  • Crescer com disciplina financeira

POR ONDE COMEÇAR

Qual dessas duas situações descreve melhor

a sua empresa hoje?

As duas aplicações usam o mesmo método e o mesmo ferramental. Mudam a urgência,
a profundidade da análise de dívida e o que precisa estar decidido primeiro.

O QUE É E PORQUE EXISTE

A contabilidade Registra. A gestão Interpreta.
A decisão exige projeção.

Três lacunas explicam por que os relatórios que a empresa já tem não
respondem à pergunta que antecede toda decisão relevante.

O FERRAMENTAL

Oito instrumentos, um único modelo econômico.

Não são oito relatórios independentes. São oito leituras de um mesmo modelo integrado, em que resultado, balanço e fluxo de caixa respondem às mesmas premissas — o que permite medir o efeito de cada decisão de forma consistente.
A profundidade de cada instrumento varia conforme a aplicação.

Clique em cada instrumento para ver o que ele responde

A base de tudo.
Um modelo em que demonstração de resultado, balanço patrimonial e fluxo de caixa estão conectados pelas mesmas premissas, permitindo simular decisões e medir seu efeito econômico.
Permanece com a empresa como instrumento permanente de gestão, e não como anexo de um relatório.

Projeções de resultado, posição patrimonial e caixa para o horizonte relevante à decisão — semanas, quando existe vencimento iminente; anos, quando se trata de investimento ou sucessão.
Sempre construídas sobre premissas declaradas e discutidas com a liderança.

Simulação de contextos econômicos e operacionais alternativos, com identificação das variáveis de maior impacto e dos pontos em que a estrutura financeira deixa de comportar o plano.
O objetivo não é acertar a previsão, é conhecer o comportamento da empresa em cada cenário plausível.

Reconciliação entre resultado contábil, EBITDA, fluxo de caixa operacional e fluxo de caixa livre, separando geração recorrente de efeitos pontuais.
Responde à pergunta que quase nunca tem resposta pronta:
Quanto a operação realmente gera para remunerar capital, honrar dívida e financiar crescimento?

Mensuração da necessidade de capital de giro e do ciclo financeiro — prazos de estoque, recebimento e pagamento —, identificando quanto capital a operação imobiliza em cada nível de atividade, o efeito da sazonalidade e o que pode ser liberado sem prejuízo à operação.

Análise da composição entre capital próprio e de terceiros, do perfil e do custo da dívida, das garantias constituídas, das cláusulas restritivas e dos indicadores de alavancagem e cobertura — sempre confrontados com a curva projetada de geração de caixa.

Definição fundamentada dos limites de investimento e de endividamento adicional, a partir do fluxo de caixa livre projetado, das obrigações vigentes e da margem de segurança desejada pelos sócios.
Um teto fundamentado, e não uma estimativa baseada no saldo em conta.

Síntese das conclusões e recomendações, hierarquizadas por impacto e urgência, em formato adequado à deliberação de sócios e conselho: o que decidir, em que sequência e com quais implicações financeiras.

COMO TRABALHAMOS

Método antes de opinião.

Bons diagnósticos não resultam da quantidade de indicadores analisados, mas da compreensão dos mecanismos que produzem desempenho econômico.

Oito etapas — clique em cada uma para saber mais

Entendimento do negócio

Antes de qualquer número, compreendemos o modelo de negócio, a dinâmica competitiva do setor, a estrutura societária e os objetivos dos sócios. Diagnóstico sem contexto produz indicadores corretos e conclusões irrelevantes.

Verificamos. Confrontamos. Revisamos. Validamos. E verificamos novamente.
Confiabilidade não é uma etapa do processo — é a condição de todo ele.

CLAREZA DE ESCOPO

O que este trabalho é – e o que não é

Rigor técnico começa por delimitar o que se está contratando.
Preferimos que isso esteja claro antes da primeira conversa.

PRÓXIMO PASSO

O Diagnóstico Econômico-Financeiro não e um instrumento para descobrir problemas. É um

instrumento para elevar a quaidade das decisões.

A conversa inicial tem aproximadamente 45 minutos, é conduzida por um sócio da C&S, sob confidencialidade, e não pressupõe contratação. Se um diagnóstico completo não for o que a empresa precisa naquele momento, dizemos isso.

– APLICAÇÃO 01
Diagnóstico aplicado a momentos de Crise >
Dívida Bancária, caixa sob pressão e negociação com credores.

– APLICAÇÃO 02
Diagnóstico aplicado a momentos de Crescimento >
Investimento, aquisição, captação, governança e sucessão.

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Time de Especialistas

Bruno Siqueira

Bruno Siqueira, CCA

Diretor Executivo

Economista, MBA em Finanças Corporativas, Especialista em Fusões & Aquisições, Private Equity & Venture Capital e Mestre em Administração pela Fundação Dom Cabral. Membro e Conselheiro de Administração Certificado pelo IBGC.

Luciano Menegasso

Luciano Menegasso

Diretor de Estratégia

Engenheiro e MBA em Gerenciamento de Projetos. Possui ampla experiência no desenvolvimento de estratégias e coordenação de projetos de inovação em empresas nacionais e multinacionais.

Monise Garcia

Monise

Associate Partner Planejamento Estratégico

Engenheira de Produção pela UNESP, com MBA pela FIA/USP em Gestão de Negócios. Trabalhou na área de Estratégia e Governança da Caterpillar onde liderou, como Black Belt, diversos projetos e estruturou a Governança de Redução de Custos das Máquinas.

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