Seleção semanal do que foi notícia em

Governança Corporativa pelo Mundo

Edição de 1 de outubro de 2026 6 publicações

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01

Governança familiar não se fortalece simplesmente pela existência de um documento. Ela se fortalece quando existem regras relevantes, aplicáveis e combinadas com relações familiares capazes de sustentá-las.

O Protocolo Familiar não deve ser tratado como um documento jurídico ou uma coleção de regras. Ele…

O Protocolo Familiar não deve ser tratado como um documento jurídico ou uma coleção de regras. Ele é uma infraestrutura de governança para preparar a família empresária para situações que ainda não aconteceram. Boas relações familiares ajudam a empresa a atravessar o presente. Boas relações combinadas com regras de governança ajudam a preservar a empresa através das gerações.

Fonte: José Manuel Hurtado González e Inés Herrero-Chacón (Universidad Pablo de Olavide, Sevilha) — Journal of Family Business Management

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02

Um conselho eficaz deve estar perto o bastante para entender o negócio e independente o bastante para desafiá-lo

Em artigo de opinião, a diretora-geral do Instituto Português de Corporate Governance, Ana…

Em artigo de opinião, a diretora-geral do Instituto Português de Corporate Governance, Ana Serzedelo, discute a evolução do papel dos administradores e a tensão entre proximidade com o negócio e independência no conselho. Ela defende conselhos mais diversos e bem informados, apoiados por formação executiva para lidar com complexidade e incerteza. Para a autora, a governança deve ser vista como suporte à qualidade da decisão, ao escrutínio construtivo e ao alinhamento entre estratégia e longo prazo.

Fonte: Instituto Português de Corporate Governance (IPCG)

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03

CEO bumerangue: por que empresas trazem antigos líderes de volta, e quando isso vira sinal de alerta

A reportagem analisa o retorno de ex-CEOs em empresas como Natura, Ri Happy e ClickBus, motivado…

A reportagem analisa o retorno de ex-CEOs em empresas como Natura, Ri Happy e ClickBus, motivado pelo cenário de juros altos, que exige foco no negócio principal, e pelo menor risco de apostar em alguém conhecido. A tendência é associada a falhas de sucessão: segundo estudo Exec/GPTW, apenas 16,1% das empresas têm um executivo pronto para assumir. Pesquisa do MIT Sloan citada no texto indica que CEOs que retornam têm desempenho 10,1% abaixo da média, um alerta para os conselhos.

Fonte: Seu Dinheiro

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04

Japão revisa seu Código de Governança Corporativa: menos regras, mais princípios e foco na alocação de recursos para crescer

A revisão de 2026 do Código de Governança Corporativa do Japão reduziu as disposições de 83 para…

A revisão de 2026 do Código de Governança Corporativa do Japão reduziu as disposições de 83 para 30, num formato mais enxuto e baseado em princípios. O tema central passa a ser a alocação adequada dos recursos de gestão para o crescimento, aprofundando o objetivo original de fortalecer a capacidade de geração de resultados das companhias. O código combina a governança defensiva, de contenção de riscos e prevenção de má conduta, com uma governança voltada ao crescimento, que estimula o empreendedorismo saudável, mantendo o diálogo construtivo com acionistas como mecanismo central.

Fonte: Tokyo Stock Exchange (via Harvard Law School Forum on Corporate Governance)

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05

Varejista alemã Walbusch conclui passagem para a terceira geração da família

A varejista de moda Walbusch, de Solingen, fundada em 1934, concluiu a transição da segunda para a…

A varejista de moda Walbusch, de Solingen, fundada em 1934, concluiu a transição da segunda para a terceira geração. Thomas Busch, de 88 anos, transferiu as cotas que ainda detinha ao filho Christian Busch, que já presidia a diretoria desde 2016 e era majoritário desde 2014, e agora passa a deter 100% do grupo. A empresa, com mais de mil funcionários e três marcas, vem diversificando canais diante da queda da venda por catálogo.

Fonte: wir Magazin (Alemanha)

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Chaim Zaher passa o bastão às filhas e divide o grupo SEB em duas empresas

Aos 73 anos, Chaim Zaher dividiu o grupo SEB em duas empresas. A SEB Education, de educação básica…

Aos 73 anos, Chaim Zaher dividiu o grupo SEB em duas empresas. A SEB Education, de educação básica premium e bilíngue (Maple Bear, Concept, Pueri Domus, entre outras), passa a ter as filhas Thamila e Thalita Zaher como co-CEOs, com Chaim no papel de chairman, sem função executiva. Ele segue no comando do Grupo A a Z, que reúne pré-vestibular, ensino superior e participação na Yduqs e pode buscar investidor externo ou abrir capital.

Fonte: Brazil Journal

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