Seleção semanal do que foi notícia em

Governança Corporativa pelo Mundo

Edição de 20 de agosto de 2026 6 publicações

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Dropbox muda de sede societária para Nevada e enfrenta ação de acionistas

A Dropbox trocou sua sede societária de Delaware para Nevada, decisão agora questionada em ação…

A Dropbox trocou sua sede societária de Delaware para Nevada, decisão agora questionada em ação judicial de acionistas. A ação alega que a mudança beneficiou principalmente o fundador e CEO Andrew Houston, reduzindo proteções dos acionistas minoritários enquanto ampliava as dos diretores. O caso testa os limites da decisão Maffei v. Palkon e faz parte de uma onda crescente de disputas sobre empresas que deixam Delaware em busca de mais flexibilidade — mas que, paradoxalmente, podem acabar reproduzindo os mesmos mecanismos de proteção que tentavam evitar.

Fonte: Harvard Law School Forum on Corporate Governance (The OakBridge Team)

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Avery Dennison elege presidente independente do conselho após pressão de acionistas

Em maio, acionistas da Avery Dennison (NYSE: AVY) haviam rejeitado uma proposta para criar a figura…

Em maio, acionistas da Avery Dennison (NYSE: AVY) haviam rejeitado uma proposta para criar a figura de presidente independente do conselho. Três meses depois, o próprio board decidiu eleger William Wagner para o cargo, efetivo em 1º de setembro, extinguindo também a função de conselheiro-líder independente, que passa a ser dispensável sob as regras da NYSE. A mudança faz parte de um processo de sucessão de liderança do conselho que a empresa descreve como de longo prazo, e reorganiza também a presidência do Comitê de Governança.

Fonte: Avery Dennison (8-K/SEC via TradingView News)

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A evolução do family office e o papel do wealth planning

A coluna mostra como os family offices deixaram de ser estrutura exclusiva de grandes fortunas e…

A coluna mostra como os family offices deixaram de ser estrutura exclusiva de grandes fortunas e migraram para modelos mais acessíveis, como os multi-family offices. Mudanças recentes na legislação brasileira — Lei das Offshores, imposto mínimo para pessoas físicas e novas regras de ITCMD — estão forçando famílias a reavaliar suas estratégias patrimoniais e sucessórias. O texto alerta que antecipar a transmissão de patrimônio pode reduzir impostos, mas nem sempre é a melhor decisão para a família, defendendo que o planejamento sucessório deve integrar tributação, investimentos e governança familiar.

Fonte: Exame (Panorama Econômico)

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Cosan simplifica estrutura, sai da Bolsa de Nova York e troca diretoria

A Cosan, holding controlada pela família Ometto, anunciou uma cisão de R$ 2,6 bilhões para…

A Cosan, holding controlada pela família Ometto, anunciou uma cisão de R$ 2,6 bilhões para incorporar a Radar II Propriedades Agrícolas, dividindo o patrimônio entre Cosan e Mansilla. A empresa também decidiu pela deslistagem voluntária de seus ADRs da NYSE e o cancelamento do registro na SEC, simplificando sua estrutura de capital. Na diretoria, o vice-presidente financeiro Rafael Bergman e a vice-presidente jurídica Maria Rita Drummond deixam a companhia, com José Cezário Menezes de Barros Sobrinho assumindo a área financeira a partir de 1º de setembro.

Fonte: Money Times

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JBS anuncia Wesley Batista Filho como CEO global e a família retoma o comando

A JBS anunciou que Wesley Batista Filho, da família controladora, assumirá como CEO global a partir…

A JBS anunciou que Wesley Batista Filho, da família controladora, assumirá como CEO global a partir de janeiro de 2027, marcando o retorno da família ao comando executivo da companhia. A transição será conduzida por Tomazoni, atual CEO, que continuará liderando as operações até a troca e seguirá como chairman do conselho da Pilgrim's Pride, subsidiária do grupo. Tomazoni também assumirá a presidência do conselho do Instituto J&F, braço de formação de lideranças da holding controladora, reforçando a preparação de quadros para a sucessão.

Fonte: NeoFeed

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O que as empresas premiam: como mudam as métricas de remuneração executiva

Um estudo do The Conference Board mostra que os conselhos americanos não estão abandonando métricas…

Um estudo do The Conference Board mostra que os conselhos americanos não estão abandonando métricas não financeiras na remuneração executiva, mas estão se tornando mais seletivos sobre quais usar. Nos planos de curto prazo, cerca de metade das empresas combina indicadores financeiros e não financeiros, com peso de 70% a 75% para os financeiros; já nos planos de longo prazo, métricas de ESG continuam raras, com prioridade para retorno ao acionista e desempenho financeiro tradicional. A tendência é migrar de rótulos amplos de ESG para medidas específicas, ligadas à estratégia de cada empresa.

Fonte: The Conference Board (via Harvard Law School Forum on Corporate Governance)

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