Paulo Borrego

Paulo Borrego

Direção Interina

Paulo Borrego

Direção Interina

Paulo Borrego

SOBRE PAULO

Executivo com mais de 20 anos de experiência em empresas como Suzano, Votorantim e Vedacit, atuando como CEO, CFO, Diretor de Controladoria e FP&A, Controller Global e Diretor de Suprimentos. Liderou projetos de PMI, captura de sinergias e integração de sistemas nas fusões entre Suzano e Fibria, expansão internacional da Votorantim Cimentos (Europa, Ásia e África) e aquisição de uma indústria de tissue no Norte e Nordeste do Brasil. Conduziu projetos de turnaround e implementou iniciativas para ganhos sustentáveis em gestão de suprimentos, controle de custos, despesas, rentabilidade, Shared Service e CAPEX, com gestão de portfólio de projetos superiores a R$ 5 bilhões anuais. Também foi responsável pelo processo orçamentário global da Suzano, Votorantim Cimentos e Vedacit. Além disso, é professor de Controle Gerencial, Planejamento Financeiro e Estratégia na FIPECAFI. Graduado em Administração de Empresas com dupla ênfase em Gestão e Marketing pela Lambuth University (EUA) e possui MBA pela BSP. Na C&S é responsável pela atuação da Direção Interina em clientes.

PUBLICAÇÕES C&S

  • Inteligência artificial e o futuro da responsabilização em decisões financeiras

    Um framework do CFA Institute analisa o que acontece com a responsabilidade fiduciária quando sistemas de inteligência artificial passam a participar diretamente da tomada de decisão

  • O reposicionamento do capital privado no Brasil

    Primeira vez: Fundos brasileiros de situações especiais reúnem mais recursos disponíveis do que os fundos tradicionais de private equity

  • A convergência tecnológica entre instituições financeiras

    Um framework do CFA Institute descreve um tipo de risco sistêmico pouco discutido: quando empresas concorrentes passam a depender das mesmas plataformas e modelos de inteligência artificial

  • Governança Corporativa e a influência do setor de atuação

    Comparando químicos, máquinas, eletrônicos e serviços empresariais, um estudo mostra que a mesma prática de governança produz efeitos opostos dependendo do setor

  • Atribuições do Conselho no Relacionamento com Sócios

    Temas exigem a presença direta dos conselheiros junto aos investidores.

  • Governança Corporativa e Custo de Capital: A Independência como Ativo Financeiro

    A confiança do mercado não é um conceito abstrato; ela é precificada no custo de capital da sua empresa.

  • Transparência e Custo de Capital: O Impacto do Diálogo na Avaliação da Empresa

    O diálogo estruturado reduz a assimetria de informação, permitindo que o mercado precifique os ativos de forma justa e com maior confiança.

  • A Comunicação Direta: O Diálogo como Sistema de Alerta Precoce

    A Comunicação Direta assegura que as perspectivas dos investidores alcancem o mais alto nível decisório, prevenindo crises e disputas públicas.

  • Profissionalização ou Venda: O Futuro do Controle Familiar

    Planejamento Sucessório - A Governança corporativa é a ponte que conecta o legado histórico da família à exigência implacável do mercado por eficiência e inovação

  • O Conselho como Arquiteto do Valor: Liderança e Supervisão no Modelo de Três Linhas

    Sob o Modelo de Três Linhas, o Conselho não apenas supervisiona, mas atua como o ponto de ancoragem para a prestação de contas perante os proprietários e demais partes interessadas

Conecte-se com nossa prática de transformação.