Convertemos a realidade econômica do negócio em uma base analítica única — geração de caixa, retorno sobre o capital, necessidade de capital de giro e capacidade de endividamento — para que sócios, executivos e conselheiros decidam a partir dos mesmos fatos.
Três lacunas explicam por que os relatórios que a empresa já tem não respondem à pergunta que antecede toda decisão relevante.
Uma empresa pode apresentar resultado positivo e, ao mesmo tempo, consumir caixa — por crescimento da necessidade de capital de giro, por investimento em ativo imobilizado ou pelo perfil de amortização da dívida.
Receita, margem e EBITDA descrevem sintomas. Não revelam o mecanismo econômico que os produziu, nem a sua sustentabilidade. Sem entender a causa, o indicador orienta pouco.
Séries passadas só adquirem valor decisório quando convertidas em premissas explícitas — declaradas, testáveis e discutíveis. Extrapolação implícita de tendência é a origem mais comum de decisões mal calibradas.
Reconciliamos resultado contábil, EBITDA, fluxo de caixa operacional e fluxo de caixa livre, isolando efeitos não recorrentes, a variação da necessidade de capital de giro e os investimentos de manutenção. O que permanece é a medida relevante: quanto a operação gera, de forma recorrente, para remunerar capital, honrar dívida e financiar crescimento.
Estimamos a taxa de crescimento que a empresa sustenta com geração própria de caixa, mantida a atual estrutura de capital e política de distribuição. Quando o crescimento pretendido supera essa taxa, existe uma necessidade de capital — de terceiros ou dos sócios — que deve ser dimensionada antes da expansão, e não no meio dela.
Crescimento e criação de valor são fenômenos distintos. Comparamos o retorno sobre o capital investido ao custo do capital empregado. Quando o retorno é inferior ao custo de capital, cada real adicional investido destrói valor econômico — ainda que receita e lucro contábil aumentem.
Dimensionamos a capacidade de investimento a partir do fluxo de caixa livre projetado, da capacidade adicional de endividamento e dos limites impostos por compromissos e cláusulas contratuais vigentes. O resultado é um teto de investimento fundamentado, e não uma estimativa baseada no saldo disponível em caixa.
Boa parte dos conflitos entre sócios não nasce de má-fé. Nasce de assimetria de informação — pessoas corresponsáveis pela mesma decisão operando com números, premissas e expectativas diferentes.C&S — Finanças Corporativas e Governança
Traduzimos cada decisão estratégica em impacto financeiro mensurável, sob diferentes cenários. Selecione a decisão que está à sua frente.
Crescimento consome caixa antes de gerá-lo: aumenta estoque, contas a receber e imobilizado. Dimensionamos a necessidade de capital de giro incremental e o investimento requerido, verificando se a expansão se autofinancia ou se demanda capital adicional — e em que momento essa necessidade aparece.
Aproximadamente 45 minutos com um sócio da C&S, sob confidencialidade, para entender o contexto do negócio e a decisão em questão. Sem apresentação comercial e sem custo.
Definimos o que precisa ser analisado, com que profundidade e em que prazo — e dizemos com honestidade quando um diagnóstico completo não é o que a empresa precisa naquele momento.
Escopo, entregas, equipe responsável, cronograma e investimento apresentados de forma explícita. Sem escopo aberto e sem entrega indefinida.
Delimitação de escopo: o diagnóstico é uma análise econômico-financeira independente, com premissas explícitas. Não é auditoria das demonstrações contábeis, não é laudo de avaliação para fins societários ou fiscais e não substitui o julgamento dos administradores. Quando a decisão envolve credores ou litígio, nossas análises sustentam tecnicamente o trabalho do assessor jurídico da empresa.
O Diagnóstico Econômico-Financeiro não é um instrumento para descobrir problemas. É um instrumento para elevar a qualidade das decisões.
Combinamos Finanças Corporativas, Governança, Controladoria, Inteligência de Mercado e Modelagem Financeira para apoiar decisões que preservam solidez, ampliam previsibilidade e sustentam a geração de valor ao longo do tempo.
Se a prioridade agora é caixa ou dívida bancária, veja o Diagnóstico aplicado a momentos de crise →
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