Seleção semanal do que foi notícia em

Governança Corporativa pelo Mundo

Edição de 24 de setembro de 2026 6 publicações

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Heranças bilionárias: quando a sucessão vira guerra de família

Reportagem da MilanoFinanza mostra que, nas grandes heranças italianas, as disputas giram menos em…

Reportagem da MilanoFinanza mostra que, nas grandes heranças italianas, as disputas giram menos em torno de impostos e mais em torno do controle das holdings familiares. O caso Del Vecchio/Delfin, controladora da EssilorLuxottica, com dividendos travados há anos, é analisado ao lado dos casos Agnelli, Caprotti e Benetton. Como contraponto, o texto cita transições planejadas em vida, como a de Gianluigi Aponte na MSC, e a divisão do controle da holding de Berlusconi entre Marina e Pier Silvio.

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Fonte: MilanoFinanza (Itália)

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Conselheiros indicados por acionistas: os riscos para quem ocupa e para quem indica a cadeira

Artigo do escritório Mayer Brown revisa a jurisprudência recente de Delaware sobre conselheiros…

Artigo do escritório Mayer Brown revisa a jurisprudência recente de Delaware sobre conselheiros indicados por acionistas relevantes: o dever fiduciário deles é com a companhia e com todos os acionistas, não com quem os indicou. Entre os casos analisados está o da rede Demoulas, em que conselheiros indicados pelas irmãs do CEO votaram por destituí-lo. Para quem indica, há riscos como responder por cumplicidade e ser tratado como controlador. A recomendação é que direitos de veto fiquem com o próprio acionista.

Fonte: Mayer Brown (via Harvard Law School Forum on Corporate Governance)

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Perto do dono, longe da autonomia: o dilema da independência nos conselhos da B3

Levantamento da XP com 141 conselhos de empresas da B3 mostra que, em 72% delas, o controlador…

Levantamento da XP com 141 conselhos de empresas da B3 mostra que, em 72% delas, o controlador indica ao menos metade das cadeiras e, em 44%, todas. Mais da metade (52%) dos conselheiros classificados como independentes foi eleita pelo próprio controlador, fenômeno que o especialista Renato Chaves chama de "independentes-amigos". O estudo aponta ainda concentração de cadeiras em poucos nomes, mandato médio de 7,4 anos e pouca diversidade de formação entre os conselheiros.

Fonte: Seu Dinheiro

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Quando a governança importa: qualidade do conselho, controle familiar e desempenho em tempos de crise

Estudo publicado no European Journal of Family Business acompanhou 83 empresas mexicanas listadas…

Estudo publicado no European Journal of Family Business acompanhou 83 empresas mexicanas listadas entre 2014 e 2023 para avaliar o desempenho durante a pandemia. O controle familiar, isoladamente, não alterou o resultado na crise, enquanto o endividamento teve efeito negativo forte. A qualidade do conselho, medida por independência, separação entre CEO e presidente e diversidade, mostrou relação positiva, embora marginal, com o ROE. A lição: combinar estrutura de capital prudente com conselho qualificado.

Fonte: Karen Watkins-Fassler (Tecnológico Nacional de México / UNIR)

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Warren Buffett deixa a presidência do conselho da Berkshire e passa o cargo ao filho Howard

Warren Buffett deixou, com efeito imediato, a presidência do conselho da Berkshire Hathaway e…

Warren Buffett deixou, com efeito imediato, a presidência do conselho da Berkshire Hathaway e passou a chairman emérito, permanecendo como conselheiro. Seu filho Howard Buffett, de 71 anos e membro do conselho desde 1993, assume como presidente não executivo, conforme um plano de sucessão traçado há anos. Greg Abel segue como CEO. Na carta aos acionistas, Buffett resumiu a divisão de papéis: Abel administra a companhia; Howard será o guardião da cultura e dos valores.

Fonte: Fortune

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Tata Trusts contesta recondução de Chandrasekaran e acirra disputa de controle no grupo Tata

A Tata Trusts, presidida por Noel Tata e detentora de cerca de 66% da Tata Sons, declarou nula…

A Tata Trusts, presidida por Noel Tata e detentora de cerca de 66% da Tata Sons, declarou nula desde a origem a recondução de N. Chandrasekaran a um novo mandato de cinco anos na presidência do conselho, aprovada por 4 votos a 1 em 17 de setembro. O argumento é que o estatuto exige o voto favorável dos dois conselheiros indicados pela Trust, e um deles votou contra. A Trust também rejeita a abertura de capital da Tata Sons, cujo estudo foi aprovado pelo conselho.

Fonte: The Week (Índia)

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