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Humanidade como mecanismo de governança: o que 12 empresas familiares sul-africanas ensinam sobre planejamento da sucessão
Estudo qualitativo com 12 entrevistas em empresas familiares de Joanesburgo que já têm plano sucessório conclui que valores como integridade, confiança e respeito (Ubuntu) funcionam como mecanismo central de governança, reduzindo custos de agência onde faltam contratos formais. Os autores mostram que a combinação de mecanismos formais e informais favorece o consenso, essencial à sucessão. A implicação prática: acordos formais são indispensáveis, mas é preciso cuidar também da governança informal da família.
Fonte: Muneer Bham, Anastacia Mamabolo e Steven Zwane (Gordon Institute of Business Science, Universidade de Pretoria) — Acta Commercii
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