Conselheiros devem perguntar mais e responder menos

Tradicionalmente, setembro é o mês em que se iniciam os planejamentos de negócios. É quando são feitas estimativas de investimentos, determinação de metas e projetos prioritários para o próximo ano.

Essa preparação do plano anual costuma durar de dois a quatro meses, tudo depende da complexidade da empresa. São necessários debates, desenhos, consultorias e muitas ideias novas até que sejam apresentadas as análises para uma proposta de resultado.

A tarefa já não é simples, e agora então, durante a pandemia do novo coronavírus, fica ainda mais complexa, já que é tudo muito imprevisível. É por isso que o papel dos conselheiros é fundamental e extremamente relevante, para que o time de liderança tenha um norte na hora de fazer escolhas.

Em um artigo da Neofeed, Anna Chaia, que é conselheira da Vivara, Burguer King e mentora Endeavor de startups, afirma que acredita em três perguntas que contribuem para a construção do orçamento anual, independente se a área de atuação for Conselhos de Administração ou Consultivo de empresa de capital aberto, fechado, familiar de grande ou pequeno porte.

A primeira é: o que podemos melhorar, deletar e acrescentar?

Em seguida, vem: o que é essencial e quais são as prioridades?

E, por último, por que nossos clientes vão continuar comprando de nós?

O conselho pode estimular a liderança e elaborar tópicos com base na satisfação do cliente, estratégia que interligue diferentes canais para estreitar a relação entre online e offline, e causa de identidade que leve os clientes a quererem consumir determinado produto, como a inclusão, diversidade, meio ambiente, educação, etc.

Segundo Anna Chaia, para o conselheiro é muito mais importante fazer perguntas do que dar respostas. Os questionamentos promovem reflexões, e consequentemente, levam a melhores escolhas.

Fonte: NeoFeed

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